Sistema e browser desconhecidos

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O problema Carlos Lessa
 

O problema Carlos Lessa

 

A imprensa dá como certa a demissão de Carlos Lessa, apesar do cuidado com que  foram recebidas suas  declarações contra o Meirelles.Segundo o Estadão, Furlan evitou fazer qualquer tipo de avaliação sobre as possível demissão do economista. "O professor Lessa é uma pessoa extraordinária, ele gosta do debate, gosta do contraditório e o  presidente Lula já o conhecia antes de nomeá-lo".

 

A campanha contra a carga tributária

 

A imprensa anuncia que cerca de 100 oudtdoors serão espalhados em São Paulo, além de comerciais na  Globo e na TV Record. Vão ser gastos nessa campanha dirigida ao grande público, R$ 400 mil reais. 

 

Não é muito, mas isso talvez seja apenas uma experiência, para uma campanha de maior fôlego em 2005 ou, o que é politicamente pior, em 2006. Além disso, entre os formadores de opinião a campanha já começou como mostra o texto deste final de semana de Antonio Machado no Estadão, em que ele rebate declarações de Palocci de que a carga tributária não aumentou, apesar do aumento de arrecadação.

   

Efeitos danosos na imagem  do governo

 

É uma  campanha muito ruim para nós que nela aparecemos com o vilão da história. Com a classe média já esmagada, como mostram, os estudos de fim de semana, o ambiente é ideal para plantar a semente de que nosso governo espolia, sem devolver aos cidadãos os serviços em qualidade. 

 

Associada à campanha de descrédito do  Bolsa Família, e guardadas as proporções, pode-se dar no inconsciente coletivo um fenômeno parecido ao quer se deu na campanha contra a Marta em São Paulo: a classe média, que paga mais impostos, associa esses gastos ao “desperdício e corrupção” do Bolsa Família, assim como a classe média paulistana pagou novas taxas para financiar os CÉUS da periferia.

 

O que fazer?

 

A melhor estratégia é deixar a campanha correr algum tempo sem responder, para checar bem seus efeitos. Logo em seguida, lançar nossas campanhas atacando em várias frentes, entre as quais: informar intensamente a população (a) sobre as reduções de impostos introduzidas nos últimos meses, em especial sobre os alimentos básicos e bens de capital e os benefícios diretos e indiretos dessas reduções e (b) fazer uma campanha de esclarecimento sobre o destino dos impostos e taxas, ou seja, para onde vai o dinheiro que arrecadamos, ou se não for possível explicar isso sem mostrar que boa parte vira renda dos bancos; enfatizar os novos serviços que vem sendo criados, novas contratações de fiscais, policiais federais, médicos de família, etc.  

 

 
     
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