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Kirchner vem ao Brasil com apoio em alta
 

Kirchner vem ao Brasil com apoio em alta

 

O presidente argentino  vem ao Brasil embalado por uma série de iniciativas bastante audazes que estão surpreendendo os observadores da cena política Argentina e já apagaram sua imagem anterior de “patinho feio “ da política. Segundo esses observadores, através dessas iniciativas Kirchner  procurou impor sua autoridade e manter na defensiva os grupos peronistas derrotados nas eleições – principalmente os menemistas. 

 

Seus atos de surpresa não pararam . Os jornais argentinos deste fim de semana dizem que Kirchner e seus auxiliares mais próximos decidiram congelar todas as tarifas de serviços públicos durante 90 dias. O diagnóstico  de Kirchner é de que as privatizações foram problemáticas e é preciso ganhar tempo para revê-las. E rever principalmente as empresas que enviaram lucros extraordinários para o exterior, diz Clarin.

 

Ofensiva  ética 

 

Antes disso, Kirchner promoveu um importante expurgo nas Forças Armadas, mandou abrir os arquivos secretos sobre o atentado contra o centro judaico que matou 85 pessoas e formalizou um pedido ao Congresso para destituir  o juiz da Suprema Corte Julio Nazareno, acusado de prevaricação. Também, recebeu sindicalistas e grupos de direitos humanos e de ativistas da saúde reprodutiva – desafiando a hierarquia católica - mando baixar preços de combustíveis e pagar salários atrasados. Algumas de suas ações lembram o estilo Lula de governar.

 

Altos índices da aprovação

 

Página 12 dizia no domingo que “as pesquisas de opinião ante esse torvelinho de ações assombram até mesmo os especialistas :59% apoiaram sua mensagem pedindo a demissão do juiz do Supremo e outros 12 % acharam que ele tinha que ser ainda mais duro”.

     Os jornais argentinos destacam que no Encontro com o Presidente Lula, Kirchner deverá  discutidos projetos de  infra-estrutura e de cooperação em diversas áreas, e posições comuns para serem apresentadas na reunião do Mercosul na sema que vem em Assunção. 

 

Política externa Argentina em debate

 

Juan Gabriel Tokatlian, especialista em política externa argentina escreve no El Clarin que também essa política entrou em crise. E propõe como princípio de uma nova política externa a previsibilidade: uma política que projete pra ao mundo a idéia de sensatez e de uma  Argentina com credibilidade.

 

Não por acaso, foi essa a linha geral adotada pelo Ministro do exterior Rafael Bielsa, quando se apresentou ao Senado Argentino.Usou exatamente a palavra previsibilidade. Disse que isso significava a Argentina estar no lugar que o mundo supõe seja o seu lugar e não ficar pulando de um lugar para o outro.

 

O Mercosul

 

Esse lugar pode ser o Mercosul. Mas isso não está explicitado como decorrência direta dessa nova doutrina.  Bielsa  colocou ao Senado, a necessidade de fortalecer o Mercosul e diminuir as disparidades internas de renda na Argentina. Disse que o Mercosul esta cheio de enunciados,  mas vazio de fatos concretos e cotidianos. Comprometeu-se, segundo la Nacion, à construção permanente do Mecosul aproveitando a “: oportunidade histórica do Brasil e Argentina.”

 

Clarin discutiu as declarações de botafogo Gonçalves, que disse haver resistências ao Mercosul entre empresários argentinos.”Não é a primeira vez que Botafogo, um dos decanos do Mercosul, quase desde sua fundação, alude aos empresários argentinos como fator que perturba o bloco.”disse Clarin

 

Malvinas, Terceira Via a Iraque

 

Mas Bielsa disse também que a recuperação das Malvinas continua sendo ponto de honra da chancelaria Argentina, ainda que o caminho para isso seja bem longo.  Revelou que a Argentina foi convidado por Tony Blair para a cúpula da  Terceira Via marcada para 13 e 14 de julho em Londres.E  que a Argentina pode concordar com o envio de tropas ao Iraque se  for para ficar sob o comando do CS. 

Comentário; O lugar da Argentina no mundo pode acabar não sendo exatamente ao lado do Brasil.


 
     
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